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Facebook vai fazer séries de TV com actores de Hollywood



A ideia é colocar no ar pelo menos duas dezenas de séries de qualidade como a do "House of Cards". Nova área de negócio arranca a partir de meados de junho.

A empresa de tecnologia Facebook está a preparar-se para estrear uma numa nova funcionalidade na rede social. Depois dos diretos e pequenos vídeos de partilha de momentos do dia, Mark Zuckerberg vai apostar agora em programas próprios com elevada qualidade e semelhantes aos que passam na televisão. O objetivo é começar a emitir esses programas já em junho, concorrendo assim com empresas como a Netflix e a Amazon Prime Video.

Segundo avança o site de notícias norte-americano Quartz, Mark Zuckerberg quer oferecer aos facebookianos séries de qualidade como a do “House of Cards” e, para tal, recrutou uma série de produtores de cinema, editores e atores de Hollywood para o acompanharem nesta nova empreitada. A ideia é colocar no ar pelo menos duas dezenas de shows a partir de meados de junho.

Numa outra vertente, a multinacional está ainda empenhada em desenvolver programas mais curtos com duração entre cinco e 10 minutos. Apesar do sucesso que os vídeos têm alcançado na rede social, há ainda algumas dúvidas em relação à adesão aos conteúdos mais longos. Os 1,28 mil milhões de utilizadores diários da rede não estão acostumados a vídeos com mais de 5 minutos e a concorrência no Snapchat, YouTube, Netflix e televisão é grande.

Embora ainda não sejam conhecidos pormenores sobre quais serão as estrelas de cinema a trabalhar para esta nova funcionalidade do Facebook, este é um fenómeno que tem vindo a ganhar dimensão. Atores como Brad Pitt, Will Smith, Ewan McGregor e Tom Hardy juntaram-se a séries de televisão por cabo ou ao serviço de streaming da Netflix.O mesmo tem acontecido com os cineastas. Martin Scorsese, Ridley Scott e David Lynch passaram a apostar mais em séries de televisão de alta qualidade, do que em filmes.

Tendo em conta a forte oferta de programas de alta qualidade, não falta escolha para a televisão. E, muito em breve, para o Facebook.

Fonte: Jornal Económico

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